Agda
O espetáculo AGDA é mais um fruto da sólida e produtiva parceria entre o Grupo Matula Teatro e a Boa Companhia.
Agda é uma adaptação do conto homônimo da escritora Hilda Hilst e traz à cena questões sobre o feminino intrínsecas à obra da autora. Para isso serve-se de elementos de teatro e dança, transitando entre a prosa e a poesia, em um delicado jogo de construção e desconstrução de imagens e personagens.
A escolha de AGDA
O desejo de transcender a condição humana, de encontrar Deus, é um traço forte na vasta e diversificada obra literária de Hilda Hilst. É assim no conto AGDA, fábula atemporal de caráter trágico que narra a trajetória de uma “mulher maldita”. AGDA aborda questões fundamentais da existência humana, como a finitude da vida e a aparente incompatibilidade entre os desejos do corpo e do espírito, entre o sagrado e o profano.
O elenco representa os personagens masculinos e femininos, personificando essas duas energias opostas e complementares que compõem todo ser humano. Porém, o contraponto é da voz feminina, lírica e angustiada de Agda na afirmação de sua singularidade, na demonstração de sua ‘força-não-violenta’, na busca eterna do conhecimento e da transcendência, tornando ainda mais valioso o desafio de montar o texto nos dias atuais.
Projeto Completo
Ficha Técnica
Atuação: Alice Possani, Melissa Lopes e Verônica Fabrini
Trilha sonora: Mauro Braga e Silas Oliveira
Texto Original: Hilda Hislt
Direção e Adaptação do texto: Moacir Ferraz
Figurinos: Juliana Pfeifer e Sandra Pestana
Cenário: Juliana Pfeifer
Preparação de Tango: Natacha Muriel e Lucas de Camargo Magalhães
Duração: 60 min.
Produção: Grupo Matula Teatro (Anna Kuhl) e Boa Companhia (Cassiane Tomilhero e Erika Cunha)